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No Brasil, e-commerce cresce 24% e pode chegar a 43 bi neste ano

Por Mercado E-Commerce | 6 de fevereiro de 2015

NO BRASIL, E-COMMERCE CRESCE 24% EM 2014 E PODE CHEGAR A 43 BI NESTE ANO

O Webshoppers é considerado o relatório mais completo e consistente para a avaliação do mercado e-commerce no Brasil. Promovido pela E-bit, empresa brasileira de pesquisa e certificação digital para lojas virtuais, a 31a edição do documento apresenta dados animadores para o nicho de vendas on-line, cujo desempenho cresceu em todos os aspectos durante 2014, um ano em que grande parte dos setores da economia brasileira patinou sobre um quadro recessivo marcado por incertezas e baixas vendas no comércio varejista, indústria e prestação de serviços.

Em comparação com 2013 – mesmo considerando o apagão nas vendas presenciais do período da Copa do Mundo e das eleições, em outubro – o faturamento subiu 24%, atingindo a marca de R$35,8 bilhões; o tíquete médio subiu 6%, passando de R$327,00 para R$347,00 e, ao todo, 51,5 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra eletrônica durante o ano.

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A indústria da vaidade continuou forte e os setores que mais venderam foram os de Moda e Acessórios, seguidos por Cosméticos e Perfumaria, Cuidados Pessoais e Saúde. Na sequência, apareceram o de Eletrodomésticos, Telefonia e Celular e, na sequência, livros e assinaturas de revistas.

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Um tendência que vem se consolidando a cada dia é o crescimento expressivo das vendas via dispositivos móveis, em particular através de smartphones. Para se ter uma ideia do impacto destes aparelhos no comércio eletrônico brasileiro, em dezembro de 2014, 65% das compras geradas foram feitas através deles e apenas 35% por tablets – uma completa inversão de tendências, já que no início daquele ano os tablets lideravam com 67% das transações móveis. Na categoria m-commerce, no entanto, as compras ainda são feitas, em sua grande maioria, por consumidores das classes A e B, que possuem 62% de participação. A faixa etária que mais consome é a que tem entre 35 e 49 anos, com as mulheres mais propensas para esta modalidade de consumo, representando 57% do público. A renda aferida do consumidor mobile ficou em R$6.128 contra R$4.378 do usuário e-commerce convencional.

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Em relação às compras internacionais, o estudo mostrou que quatro entre dez brasileiros fizeram pelo menos uma compra em algum site internacional no ano passado. Os preferidos foram os chineses com 55% da procura, e o tíquete médio por consumidor nesta categoria ficou em US$163,21. Os sites mais procurados pelos brasileiros que compraram via internet foram Aliexpress, eBay, Amazon.com, DealExtreme e MinilnTheBox. Entre as razões alegadas para a procura no exterior, estão o preço, o fato do produto ser lançamento ou, ainda, quando este não está disponível para compra no país.

Para 2015, a E-bit aposta que o comércio eletrônico brasileira feche o ano com um faturamento ainda maior: 43 bilhões; ou seja, 20% a mais que no ano passado. Deverão contribuir para este resultado, segundo os especialistas, o Dia do Consumidor Brasil, a ser realizado em 15 de março, data criada pelo Buscapé Company no ano passado e que, novamente, contará com nomes de peso do comércio digital brasileiro, além, é claro, da Black Friday, tradicionalmente realizada no final do mês de novembro.

Baixe o relatório completo: CLIQUE AQUI 

 

 

Rubens Lacorte
para o Mercado E-commerce

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